Provar antes de vender
Nenhum contrato fecha sem uma prova de conceito feita na peça real do cliente. Se o robô não conseguir executar a tarefa na bancada, ele não vai conseguir na linha.
Sobre o estúdio
A Qevandrix é uma agência de robótica com sede em São Paulo. Não vendemos equipamento de prateleira: desenhamos, integramos e mantemos sistemas que precisam funcionar no ritmo real de quem produz.
Como começou
Em 2012, três engenheiros passaram uma semana inteira dentro de uma fábrica de autopeças tentando fazer um robô caro voltar a operar. O equipamento estava correto. O que faltava era alguém que entendesse a linha, o turno e a peça ao mesmo tempo.
Foi daí que veio a Qevandrix. A ideia central não mudou desde então: robótica boa é aquela que continua rodando depois que o integrador vai embora. Por isso ficamos até o fim — e, muitas vezes, além dele.
Hoje somos um time enxuto de engenharia mecânica, elétrica e de software. Atendemos indústria, centros de distribuição e grupos de pesquisa, sempre com as mesmas pessoas conduzindo do primeiro diagnóstico à última linha de código.
Princípios
Quatro compromissos que orientam cada decisão técnica. Não são frases de parede — são o que dizemos não quando um atalho aparece.
Nenhum contrato fecha sem uma prova de conceito feita na peça real do cliente. Se o robô não conseguir executar a tarefa na bancada, ele não vai conseguir na linha.
Manuais, telas e treinamentos ficam na língua de quem opera. A célula precisa ser mantida pela equipe interna, não por um consultor distante.
Integração acontece em janelas combinadas. Planejamos para que a linha pare o mínimo possível e nunca por surpresa.
Quando automatizar não compensa, dizemos. Prefiro um cliente que confia no nosso não a um projeto que decepciona seis meses depois.
Toda célula segue as normas de segurança de máquinas antes de entrar em produção. Não existe ganho de ciclo que justifique risco ao operador.
Quem diagnostica é quem integra e quem treina. Sem repasse de conhecimento entre times, sem informação perdida no caminho.
Como nos organizamos
Não temos um departamento comercial que promete e um técnico que sofre depois. Cada frente é conduzida por um engenheiro responsável, com nome e telefone.
Cuida do layout da célula, das garras e da segurança física. É quem coloca a mão na estrutura e valida a montagem no local.
Responsável por painéis, CLP e integração com a infraestrutura existente. Conecta o robô ao resto da fábrica de forma limpa.
Escreve a lógica de controle, as interfaces de operador e os modelos de inspeção. Faz o robô entender a peça e registrar o que produziu.
Trabalhar juntos